kidzania para maiores

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Eu já tinha contado sobre nossa experiência no KidZania em Dezembro passado, exatamente no dia da abertura do parque. Em resumo: meu filho ficou enlouquecido, amou de paixão e não parava de me perguntar quando ele iria novamente. Minha filha, que não pode estar presente no mesmo dia, acabou conhecendo o KidZania em uma festa “só para meninas” da classe dela.

Mas faltavam os dois visitarem – e se divertirem – juntos. Por isso, há 15 dias, mais uma vez voltamos ao KidZania SP, gentilmente convidados por eles. Além dos meus dois filhos (de 8 e 9 anos), levamos também meu sobrinho de 13. E agora conto para vocês como foi minha experiência do KidZania para “maiores de 8 anos de idade”.

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Sim, pode parecer engraçado mas “a maioridade” chega ao KidZania aos 8 anos de idade. E o que isto significa? Significa que crianças a partir de 8 anos podem ficar sozinhas no parque – com toda a segurança garantida, como sempre, pelo vínculo com a pulseira do adulto.

E foi esta a minha experiência. Meu “pequeno” completou 8 anos em Julho e já pode ser considerado “emancipado”. Acho interessante o turbilhão de pensamentos que vem com esta decisão. Por um lado a apreensão maternal em “deixar o rebento sair debaixo das asas”; por outro a alegria de “deixá-lo caminhar com as próprias pernas”. Entre o lá e o cá, a parcela de liberdade concedida à criança – tão rara nos dias de hoje, principalmente em uma cidade como São Paulo, pesou mais.

Por outro lado também estava com a pulga atrás da orelha com o outro extremo da turma: será que meu sobrinho, com 13 anos, iria ainda se divertir em um parque “para crianças”? Como seria passar 6 horas do seu domingo com os dois primos menores brincando?

As respostas? Só vivendo para saber.

Então vamos lá: fizemos o check in com o propósito de deixá-los livres no parque depois do primeiro respiro (da mãe). Combinamos com os três que eles deveriam ficar juntos e decidir qual atividade fazer.  A primeira escolhida foi a fábrica de chocolate – que meu sobrinho disse ser “a mais concorrida” na visita anterior que ele fez ao KidZania.  Ok, seguem os três para a atividade – seguidos de perto por mim e pelo meu marido, que  ficamos um pouco mais com a desculpa de tomar um café na cafeteria ao lado. Enquanto eles faziam o chocolate, nós bebericávamos a bebida e espiávamos de rabo de olho. Quando saíram todos contentes, já queriam mais diversão – foram para o laboratório pesquisar microorganismos nos microscópios. Que bacana! (Confesso que também fiquei de olho nesta atividade).

Depois, me permiti sair para dar uma volta no shopping. Avisei aos três, reforcei o mantra de “todos juntos” e fomos embora.

O bacana, mais uma vez, é ressaltar a segurança. Na saída tanto o meu relógio controle quanto o do meu marido foram checados, nossos telefones anotados e tudo mais. A volta no shopping foi curta (seria por que as lojas estavam fechadas ou por que meu coração ansioso queria ver como se comportavam os “emancipados”?) e ao retornar ao parque uma grata surpresa: os três jogando futebol animadíssimos. Na saída do jogo já era hora do almoço – experientes em KidZania que só eles (isto na segunda visita de cada) rumaram para a Oficina do Hambúrguer.

Acompanhamos tudo, compramos alguns refrigerantes para acompanhar mas, novamente, a ansiedade das crianças em voltar às atividades era clara. Ok!

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Saímos novamente deixando o trio livre para voar, ou melhor, brincar.

Esta saída, confesso, foi uma saída de sonho para qualquer adulto que fica com os filhos 100% do tempo mas de vez em quando quer fazer um programa para respirar. O meu foi de perfeito: almoçar tranquila, no meu ritmo, sem correria, sem preocupação. Foi muito bacana poder aproveitar um momento só para mim enquanto os “emancipados” aproveitavam os momentos deles com toda segurança.

Acho interessante contar uma conversa que tive com uma mãe enquanto esperávamos os filhos na Oficina do Hambúrguer. Ela me contou que era de Santos e que havia combinado com uma amiga de levar os filhos de ambas para o KidZania juntos. Quando dois vizinhos ficaram sabendo, uniram-se à turma. Ao final estavam elas duas e mais quatro moleques grandões (todos com 13/14 anos) – os meninos divertindo-se muito e elas na expectativa de saírem para fazer um almoço bacana entre amigas. Quer coisa mais legal do que isso?

O KidZania realmente oferece esta segurança, este cuidado – monitores sempre atentos, em todas as atividades e circulando pelo parque. O relógio de segurança que identifica cada criança e a vincula a um adulto responsável: realmente é tudo muito bem feito e funciona! Ou seja, a maioridade aos 8 anos foi aprovada por filhos e pais.

E quanto à diversão dos maiores? Meu sobrinho de 13 anos (pré adolescente, gente?) conseguiu se divertir?

Bem, ele foi jogar futebol – sua paixão – simplesmente 3 vezes, fez pizza, foi repórter do jornal, fez chocolate, investigou microorganismos, fez hambúrguer, entre outras atividade. Ao final, tinha uma carinha feliz, me agradeceu pelo convite e disse que tinha se divertido MUITO.

(Em tempo, quando voltamos ao parque, depois do nosso almoço “adulto”, os três estavam em atividades separadas. Conseguiram se gerenciar e combinar que cada um faria uma atividade que quisesse mas sempre de olho onde estavam os outros dois – achei bacana, porque conseguiram se organizar e administrar expectativas, companhia e horários).

Mais uma vez o KidZania SP foi nota 10, super recomendo.

Para saber tudo sobre ele, acessem o site:

http://saopaulo.kidzania.com/pt-br/

Um beijo,

flavia

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Flávia Ferrari

Engenheira E “dona de casa profissional” Abandonou uma carreira executiva para dedicar-se à maternidade e à vida doméstica e percebeu que havia um hiato de conhecimento sobre o tema. Começou a registrar todas as suas descobertas em seu site, FLÁVIA FERRARI, que gerou vários desdobramentos: revistas e programas de TV aberta e fechada. Sua mais nova empreitada é o canal A Dica do Dia no YouTube, onde posta vídeos com pequenas dicas domésticas todas às terças e quintas.
Flávia Ferrari

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