[comidinhas]

a obesidade, os rótulos e outubro rosa


Ontem participei de um bate papo com o dr. Alfredo Halpern, promovido pela Coca Cola por meio do Viva 2.0 (grupo de blogueiros ao qual comecei a fazer parte há pouco, após participar de alguns eventos como convidada!). O dr. Alfredo, um endocrinologista bem conhecido nos últimos tempos principalmente pela sua participação constante no programa Bem Estar, abordou algumas questões relativas a obesidade e ao sedentarismo. Separei algumas frases marcantes dele, que fui twittando ao longo do evento e repito aqui para desenvolver algumas considerações:

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“Obesidade é doença. Precisamos ter noção de respeito ao obeso. Obesidade não é sem vergonhice”

“Só 20% dos obesos conseguem perder mais de 10% do seu peso e manter este novo peso”

“Nem todos os obesos são doentes, nem todos os magros são saudáveis”

“Obesos ativos vivem mais do que magros sedentários. Sedentarismo é pior do que obesidade.”

“O metabolismo cai com o passar dos anos, infelizmente. Depois dos 30, a cada 10 anos, você ganha de  3 a 4 kg.”

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Sim, obesidade é doença e agora, mais do que nunca presente em nossas vidas. E as frases acima são alarmantes Vida sendentária, comida pronta, falta de tempo, de estímulo ou de conhecimento a respeito dos alimentos e de suas técnicas de preparação dão nisto. Como eu sempre falo que “a vaca sobe ao topo da montanha pelo caminho mais curto”, ou seja, gastando o mínimo de energia possível, tudo o que eu coloquei acima não é uma crítica, é apenas uma constatação que tive que  fazer comigo mesma.

Sempre comer as coisas mais práticas – e mais gostosas – foram as minhas escolhas desde que saí de casa, aos 17 anos. Por anos vivi assim  sem engordar (graças a Deus, tinha uma ótima genética) e assim levei mesmo depois de casada. Comecei a me preocupar depois de virar mãe: queria ter comidas caseiras, daquelas que provocavam boas lembranças na alma dos filhos. Comecei a me interessar, a entender um pouco mais. Brinco que,  a esta altura do campeonato, perdi totalmente o pseudo-charme em dizer “Eu não sei cozinhar” com aquela carinha de boneca arrumada.

Principalmente nos últimos tempos (os da dieta de emagrecimento para voltar ao meu peso antes de engravidar) venho prestado muita atenção no que ingerimos. E posso usar com propriedade este plural porque sou eu  responsável pela alimentação de todos aqui de casa. E aí chega-se à minha conclusão pessoal: mais do que a dieta da moda X ou a dieta Y, o mais importante é saber o que colocamos em nosso corpo. Cada um é um e reage de uma forma única aos alimentos que consome. Das frases ditas ontem pelo dr. Alfredo, tem uma que sintetiza o que penso: “O importante é comprar bem nos supermercados e ler rótulos dos alimentos” Então olho vivo no que compra-se no varejão ou feira e, para as compras de supermercados, olho vivíssimo nos rótulos. Lembram-se do “causo” do pão 100% integral?

E para fechar, mais um dado:

[quote style=”boxed” float=”left”]Há 30% mais incidência de câncer entre as obesas do que nas não obesas.[/quote]

Com meu histórico de câncer familiar, não há como deixar este dado passar em branco. Ainda mais neste início de mês de Outubro, o Outubro Rosa, dedicado à conscientização e prevenção do câncer de mama.

Repito aqui que perdi minha mãe para um câncer de mama quando tinha 21 anos. Antes, passamos por 7 anos de uma batalha dura e triste, que me marcaram muito. Atualmente eu passo por um rigoroso esquema de exames para prevenir a doença ou detectá-la o mais precocemente possível porque eu não pretendo repetir com minha filha a história que vivi.

Cuidar da gente é nosso dever primeiro e a melhor forma de decorar nossa primeira e permanente casa.

Um beijo grande.

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