era uma vez uma costureira de futuro

Costurar é um dos meus grandes traumas.
Acho o máximo as amigas de linhas e agulhas que transformam os tecidos em peças de sonho.
Queria estar no grupo das novas entusiastas pela mini Janome que desfiam por aí seus feitos. Imagine a quantidade de coisas para a casa que eu iria fazer!!!!!
Confesso que amo de paixão o que a  Ana Sinhana e a Mara Porto fazem: elas arrasam com suas criações na internet. E o pior, não posso nem falar que a minha família não tem dom para a coisa. Minha prima Aline, com suas mãos de fada, faz várias bonecas, organiza feiras, faz e acontece com sua máquina de costura e overloque.
Já tentei.
Honestamente, sinto-me um fracasso diante da máquina quebrando agulhas e emaranhando linhas.
Não tenho paciência, coordenação motora nem visão de costura.
Vai ver que é uma maldição.
Sim, maldição por eu ter ajudado minha mãe a transformar o pé da máquina de costura da minha avó em mesa.
E agora, que eu transformei a tal da mesa em bar na casa do papi, é que eu não vou costurar mais.
Mesmo.
Beijoca

Flávia Ferrari

Engenheira E “dona de casa profissional” Abandonou uma carreira executiva para dedicar-se à maternidade e à vida doméstica e percebeu que havia um hiato de conhecimento sobre o tema. Começou a registrar todas as suas descobertas em seu site, FLÁVIA FERRARI, que gerou vários desdobramentos: revistas e programas de TV aberta e fechada. Sua mais nova empreitada é o canal A Dica do Dia no YouTube, onde posta vídeos com pequenas dicas domésticas todas às terças e quintas.
Flávia Ferrari

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